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Dia Mundial do Teatro
Março 27, 2008, 1:04 pm
Arquivado em: Arte, Cultura, Teatro

Comemora-se hoje, 27 de Março, o Dia Mundial do Teatro.

Viva o TEATRO!…. Viva o SONHO!



pornografia infantil
Março 24, 2008, 4:11 pm
Arquivado em: Abusos, Campanhas, Crianças, Pornografia, Sociedade, Video, Violência

Está em curso uma petição online para acabar com os sites de pornografia infantil.

 A única coisa que nos pedem é para acendermos uma vela virtual.

O objectivo é acender um milhão de velas em 4 meses.

Para tal basta aceder ao link:

http://www.lightamillioncandles.com

As crianças agradecem… e o resto do mundo também!



Rita RedShoes
Março 23, 2008, 4:32 pm
Arquivado em: Cultura, Música, Músicas, Video

Rita Redshoes lança o seu primeiro trabalho a solo intitulado ‘GOLDEN ERA’. Rita fez parte dos Atomic Bees, foi uma das finalistas do concurso Jovens Criadores em 1999, com o projecto Rebel Red Dog. A partir de 2003 é um dos elementos da banha de David Fonseca.

Em 2007 um tema seu ‘ Dream on Girl’ é integrado no projecto ‘Novos Talentos – FNAC 2007′ e que passa a constituir o single do Golden Era. Em baixo o clip deste tema.

A álbum ‘GOLDEN ERA’ é constituído por 13 temas, onde a voz pura e harmoniosa da Rita nos conduz para universos povoados de fantasia.

O álbum foi lançado a 17 de Março e merece ser ouvido!!

Para conheceres melhor a Rita Redshoes e ouvires os temas integrantes do ‘GOLDEN ERA’  aceder ao seu MySpace.com – Rita Redshoes clicando aqui



de Incapaz a Génio
Março 23, 2008, 12:13 am
Arquivado em: Discriminação, Sociedade



Dia Internacional da Poesia
Março 21, 2008, 2:24 am
Arquivado em: Arte, Cultura, Livros, Palavras Ditas, Poesia
 Comemora-se hoje, 21 de março, o Dia Internacional da Poesia. Foi proclamado em 1999 pela UNESCO com o objectivo de defender a diversidade linguística. 

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SE AO MENOS A CHUVA

Andava às voltas

no topo de si mesmo

e do monte.

Trepava a encosta

como em pequeno

trepava às árvores:

para ver melhor.

 

Vivia tão longe da água

que tinha a boca seca.

 

Agora andava às voltas

cheio de sede

a esgotar-se, a suar.

 

Porque não paras?,

perguntar-lhe-ia, se pudesse

entrar neste poema.

 

Não havia nada no cimo de sei

nem do monte

- apenas o azul e algumas aves

que respiram mais alto.

 

A cidade ficava a meio caminho

entre o céu e a terra

(o céu lá para cima, ainda depois do monte,

a terra cá para baixo, um pouco antes da sede).

 

Ele andava às voltas com a vida:

atirava-lhe pedras, gritava

(se ao menos a chuva! se ao menos a chuva!)

como quem não encontra.

 

Só mais tarde entendi o que procurava:

um mar.

                          Filipa Leal

                         in ‘ A Cidade Líquida e Outras Texturas’